Lupin: A série da Netflix

Finalmente assisti a série Lupin da Netflix. Na história Assane quer se vingar o pai injustiçado , graças a um ricaço. E ele usará as ideias de Arsene Lupin para executar os planos.

 Na verdade, a história é baseada nos livros Maurice Leblanc e é muito bom ver cada referência que aparece. Acho até que tem alguns elementos de Lupin III (anime baseado em Arsene Lupin).

Amei como o personagem principal usa as ideias de Arséne Lupin. A história gira em torno do clássico roubo do colar da rainha, um clássico de Lupin que se não me engano é baseado em Alexandre Dumas.

A única coisa que eu não gostei é que as temporadas são curtinhas com apenas cinco episódios, mas contou muito bem a história do roubo do colar da rainha.

Um ponto alto da série é a relação de Assane com o filho Raoul, coisa rara hoje em dia. Raoul é um dos nomes usados por Lupin em suas aventuras. 

Também gostei da ex-esposa do protagonista que está longe da personagem feminina chata que só serve para chatear o ex-marido, ao contrário, ela ainda o ama, embora não concorde com as coisas que ele faz.

Uma série incrivel que eu mal posso esperar pela próxima temporada.

Jogando conversa fora: Eleições

Pois é, teremos segundo turno para presidente da república. Aqui no meu estado também terá segundo turno para governador e eu já decidi meu candidato.

Gostaria de fazer um relato emocional como outros que eu li pela internet a fora, mas o fato é que eu fiquei numa fila gigantesca para votar e passei quase a tarde toda na fila. Então não via a hora de sair de lá.

Uma coisa iteressate nessas eleições foi o erro dos institutos de pesquisa. Acho que eles terão que rever seus métodos.

A parte triste é que de uns tempos pra cá ganhe um ou outro candidato aparece o quanto nosso povo anda dividido querendo separa o país dessa ou daquela região. Também vi muita gente desejando a morte de adversários políticos e que quem voto no candidato A ou B morra.

Enfim, que venha o segundo turno e seja lá o que Deus quiser.

13 das melhores histórias de vampiro da Literatura Universal

 

 

Faz muito tempo que eu li esse livro.  Sempre  que eu posso, eu dou uma relida nos contos. Nele como diz o próprio título estão alguns dos melhores contos sobre vampiros já escritos.

O mais interessante é que os vampiros não apenas os vampiro mais sexual, mas aquele ser que rouba a energia vital das pessoal. Sendo a minha antologia sobre vampiros favorita.

Nela estão autores como M.R James, Bram Stoker, Anne Rice e Algernon Blackwood e também tem um vampiro japonês.

 

O livro começa com O Estranho Misterioso, uma história escrita por um autor anônimo. Se não me engano foi a primeira coletânea a traduzir Carmilla para o Português do Brasil. Foi o meu primeiro contato com os textos de Algernon Blackwood.

Aliás o conto do senhor Blackwood é uma das histórias de vampiro mais interessantes que eu já li, pois sai do vampiro clássico e traz um ser da natureza como um sugador de vida. O nome do conto é A Transferência.

A boa Senhora Ducayne é uma história de vampiros que pode ser até um pouco mais realista. Que poderia ser facilmente adaptada para o mundo atual, mesmo com toda a tecnologia que temos seria bem crível.

Na releitura do livro acabei me lembrando que já tinha lido um dos contos de M.R James, um dos mestre das histórias de fantasmas.

Também lembrei que foi nesse livro meu primeiro contato com uma história de vampiros do Japão. Não estou me referindo a animes e mangás de vampiros, mas de uma forma mais literária que é pouco conhecida aqui no Brasil. O nome do conto é A história de Chugoro.

Quem encerra a coletânea é Anne Rice com O senhor de Rampling Gate. Um excelente conto gótico romântico.

 

É um livro imperdível para fãs de vampiro e da literatura gótica.

 

 

Jogando conversa fora: Otakices

Semana passada saiu o anúncio do crossover de Lupin III e as Cat´s Eye. Parece que será bem interessante, pois Cat´Eyes tem muito de Lupin III, não só por se tratar de ladras muito espertas, mas como já citei aqui o policial que as persegue e namora a protagonista, tem muito de Zenigata. Cá pra nós o Zenigata é bem mais inteligente.

Não vou me empolgar muito, mas veremos o que acontece. Percebi que os japoneses estão bem empolgados com o crossover e que muito ocidentais não conhecem as moças do Cat´s Eye. Tomara que a TMS volta postar os episódios de Cat´s Eye no canal deles no Youtube. Atualmente têm apenas os dois primeiros episódios legendados em Inglês, se não me engano.

Também comecei a assistir Urusei Yatsura, um dos clássicos da Rumiko Takahashi, autor de Ranma 1/2 e Inuyasha. Nossa que anime divertido. Até agora minhas personagens favoritas são a Lum e o Ten. Esse ano o anime ganha um ramake.

Também assisti ao filme do Capitão Harlock e comecei o anime. Capitão Harlock eu estou assistindo bem divagar, porque é uma certa curiosidade sobre já ter visto antes e não me lembrar muito bem.

Outra coisa interessante é a volta de Samurai X. Samurai X agora será sempre um execício de separar autor da obra depois da prisão do autor . Por outro lado, Kenshin Himura ainda é um dos meus personagens favoritos do universo dos animes mangás.

Detetive Conan: O caso do antigo Castelo Azul

Assisti esse episódio incrível que é dividido em duas partes. Tudo começa num passeio onde Conan, as crianças e o professor Hiroshi. Até que um dos meninos vê um castelo e resolve entrar. O jardineiro encontra o menino e vai expulsá-lo, mas a dona do lugar permite que todos entrem e passem a noite no lugar.

O empregado então conta a história da única filha da dona do castelo que morreu num incêndio junto com alguns amigos e empregados antigos do castelo. É claro que Conan começa investigar.

Durante o episódio alguns personagens são atacados pelo criminoso misterioso, entre ele o próprio Conan. Dessa vez eu fui enganada pelo criminoso direitinho, eu pensava que era um dos personagens que aparecem no começo da história e eu realmente gostei da surpresa com o vilão.

O criminoso queria a todo custo o tesouro do castelo azul que imaginava, como a maioria dos seres humanos,ser ouro e prata, mas a surpresa final é impressionante. 

Esse episódio dentro da simplicidade dele mostra muito bem do que um ser humano é capaz por ganância e de que um tesouro não é somente ouro e prata, como a maioria de nós pensa.   

A quem interessar o capítulo está divido nos episódios 136 e 137 do anime.

Otaku: O fiho do virtual

 

 

 

Comprei esse livro por indicação do ótimo blog sobre anime, mangá e cultura japonesa em geral Sushi Pop. O livro é uma reportagem investigativa do jornalista francês Étienne Barral sobre o que ele chama do nascimento do Homo virtuens.

O livro coloca os otakus no contesto de uma sociedade rica e altamente competitiva como a japonesa. O autor parece se sensibilizar com alguns otakus, mas também aponta alguns defeitos  como não querer melhorar a aparência e não se esforçar para ter amigos.

Por outro lado ele consegue ver que muitos otakus são artistas genuinamente talentosos. Em um dos capítulos é descrita uma escultura inspirada em Devielman que impressionou bastante o autor pelos detalhes. Outro caso é do colecionador de bonecas que reproduz com perfeição a cerimônia do chá, criando uma boneca muito delicada.

O autor também dá a entender que as paródias criadas pelos otakus seria um ato de rebeldia contra o sistema que tenta impor seus gostos, mas o otaku estabelece o próprio gosto quando produz seu fanzine (doujinshin), sua maquete o boneca.

O senhor Barral também faz um breve comentário sobre o Yaoi/BL que é um tipo de mangá erótico/pornográfico envolvendo relações homossexuais entre homens voltado para o público feminino heterossexual. Também existem mangás e fanzines para homossexuais masculinos e são chamados de Bara.

E nada tem a ver com o fã militante de Twitter, que na verdade é fã de militância e não das obras em si.

O autor também faz um paralelo interessante sobre a relação entre a mãe e o filho na sociedade japonesa e também mostra como o pai é quase um desconhecido para a criança. Ainda na visão do autor há uma relação quase doentia com essa mãe, algo um pouco diferente do complexo de Édipo ocidental.

O capítulo sobre a Comicket, a maior feira de fanzines(doujinshin) é muito interessante. Nele, o senhor Barral explica que até o final dos anos 90, apenas amadores participavam dessa feira e como as grandes empresas detentoras das obras forçaram a participação no evento.

O autor cita o caso de uma autora de Yaoi/BL que foi processada criminalmente por comercializar as histórias dela sobre personagens de videogame.

Entretanto notei que o senhor Barral deu muita ênfase ao lado erótico da criação otaku e também não sei se acho certo publicar a carta de um suicida. Na verdade achei de muito mal gosto publicar essa carta.

Mas também não poupa críticas à sociedade japonesa, que segundo ele reprime violentamente o individuo em detrimento do grupo e relata caso terríveis de Ijime, o Bullying japonês. Um dos caso me lembrou muito um episódio de Além da Imaginação que eu já comentei aqui, chamado O Exame e um conto de George Orwell, se não me engano se chama Para matar um elefante.

Nos últimos capítulos o autor entra em detalhes de outro caso que deixou os otakus mal vistos pelos japoneses em geral, o ataque com o gás sarin no metrô de Tóquio.

 

O senhor Barral conta em detalhes como a mídia explorou o caso e como a seita ganhou garotas adolescentes como fãs e até chegou a ter material sobre a seita vendido na Comicket.

 

Eis uma pequena dica de livro muito interessante para fãs e não fãs de animação japonesa e afins.

 

Fonte: Blog Sushi Pop https://www.blogsushipop.com/https://www.blogsushipop.com/

Eis um bom artigo sobre o conto George Orwell , ecrito pelo crítico Rodrigo Gurgel https://rodrigogurgel.com.br/george-orwell/?fbclid=IwAR17WCW72kdzOkhodqqCKzc7Xtx0rCM0W9qks4tXdnANQyxt5VujP2ygwKwhttps://rodrigogurgel.com.br/george-orwell/?fbclid=IwAR17WCW72kdzOkhodqqCKzc7Xtx0rCM0W9qks4tXdnANQyxt5VujP2yg

Rock in Rio

Engraçado como as coisas mudam. Quando eu era mais nova ficava super empolgada com o anúncio do Rock in Rio, mas nos últimos tempos nem ligo tanto assim. Vejo se vai tocar alguma banda ou músico que eu gosto e marco para assistir. Se não tiver nada que me interesse, deixo pra lá.

Apesar que na edição passada teve quase o Rock in Rio dos meu sonhos, com Bon Jovi, Whitesnake, Scorpion, Iron Maiden. Pra mim só faltou o KISS.

Nessa edição eu só assisti dois shows Iron Maiden que já é uma garantia de um show incrível e Green Day.

O show do Green Day foi muito bom com o público reagindo ao vocalista e curtindo as músicas.

Já o Iron Maiden foi um baita show como sempre. Incrível como esses senhores são cheios de energia. Bruce Dickinson cantando e indo de um lado pro outro do palco e deixando muito rapazinho no chinelo. Para mim Iron Maiden sempre é um destaque do festival.